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Zona Industrial de Olhão, Lt 122/141, 8700-281 Olhão, Portugal    |    Tel: (+351) 289702016     |   Email: conserveira@consul.pt

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A entrada de Portugal na União Europeia e o surgimento de um mercado cada vez mais concorrencial, trouxe novos desafios a que a Conserveira do Sul soube dar respostas concretas, assegurando não só a continuação da qualidade das conservas que sempre produziu, como também lançando novos produtos no mercado.

 

Em 1996, a transferência da empresa para uma nova unidade industrial, procurou actualizar os seus processos de produção sem que, no entanto, se perdessem os métodos tradicionais de fabrico que tanto caracterizam as conservas e patés de peixe. Esta mudança representou uma etapa fundamental no já longo percurso da Conserveira do Sul rumo à excelência, respondendo eficazmente às necessidades dos consumidores cada vez mais exigentes e informados.

 

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Como corolário dos seus esforços, a marca Manná, granjeia notoriedade no mercado, sendo sinónimo de qualidade e tradição, não só nas conservas tradicionais, como também nos patés de peixe, um dos produtos mais apreciados. 

 

Décadas de experiência transformaram esta Conserveira numa das mais respeitadas unidades fabris em Portugal. Aliando tradição e qualidade, a Conserveira do Sul soube afirmar-se no mercado nacional e internacional como uma marca de confiança e prestígio.

Conserveira do Sul - A História 

em banda desenhada

A história da Conserveira do Sul está intimamente interligada com a vida do seu fundador António Jacinto Ferreira.

Natural de Beja, António começou a trabalhar no negócio do peixe aos 9 anos de idade. Aos 15 chega a Olhão, em 1918, com a ideia de abrir um armazém de salga de peixe para poder fornecer os seus clientes no Alentejo. No dia seguinte ao da sua chegada, o seu armazém já estava montado e já fazia negócio.

 

Trabalhador, inovador e audaz por natureza, nas décadas que se seguiram ao seu estabelecimento em Olhão, António apostou fortemente no desenvolvimento dos seus negócios, abriu vários armazéns de peixe não só em Olhão, mas também noutros pontos do país e fundou duas sociedades comerciais dedicadas ao mesmo ramo de negócio.

 

Em 1954, compra a já existente Conserveira do Sul e em conjunto com os seus três filhos gere diariamente esta empresa até meados dos anos 70, altura em que os seus filhos assumem naturalmente a gestão da empresa. Hoje em dia, são cinco dos seus netos que lideram os destinos da Conserveira do Sul e que têm conseguido levar o seu nome e produtos a todo o país e aos quatro cantos do mundo.


Assim surgiu a Conserveira do Sul, uma empresa familiar que, desde sempre, aliou no seu trabalho dois factores fundamentais nesta indústria: tradição e modernidade. Estas duas importantes premissas, aliadas à elevada experiência adquirida, permitem a produção de conservas e patés de peixe de altíssima qualidade.  

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António Jacinto Ferreira

Fundador da 

Conserveira do Sul

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A Conserveira do Sul, S.A. desenvolve as suas actividades na transformação de produtos da
pesca frescos e congelados em conserva e patés, reacondicionamento e embalagem de semi-
conservas, reacondicionamento e embalagem de patés de carne e de patés vegetais.

Actualmente pretende cumprir os seus objectivos fundamentais:
-Satisfação e protecção dos consumidores e clientes;
-Valorização e protecção da empresa e dos seus colaboradores;
-Protecção, melhoria e preservação do meio ambiente e comunidade envolvente;
-Contribuição para o desenvolvimento da comunidade local e do País;
-Garantir que a melhoria contínua da satisfação das partes interessadas e da eficiência dos processos seja um objectivo permanente de todos, proporcionando aos colaboradores a melhoria do seu nível de desempenho.

O nosso compromisso é cumprir a legislação portuguesa e internacional em vigor integrando as boas práticas de fabrico, de higiene, de segurança no trabalho, segurança ambiental, com a estratégia da empresa.

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QUALIDADE
- Fornecer produtos e serviços que satisfaçam as necessidades e critérios dos nossos clientes.

AMBIENTE
- Avaliar os impactos ambientais dos nossos produtos, processos e serviços nas comunidades em 
que operamos, de modo a prevenir todos os tipos de poluição;
- Fazer uma gestão adequada da nossa frota, que minimize as emissões de poluentes para a atmosfera, bem como os acidentes de viação; 
- Privilegiar a utilização de produtos “amigos do ambiente” e não tóxicos para o ser humano;
- Reduzir os nossos resíduos de embalagem e separar para a reciclagem todos os resíduos.

SEGURANÇA ALIMENTAR
- Produzir e distribuir alimentos seguros, fazendo um autocontrolo em todas as etapas produtivas.

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
- Avaliar os riscos a que os colaboradores estão sujeitos, implementar as medidas necessárias à sua prevenção e controlo, com especial atenção nos casos de risco elevado;
- Informar, motivar e coordenar os nossos colaboradores sobre o desempenho do Sistema integrado de Qualidade, Ambiente e Segurança de modo a cumprirem os seus requisitos;
- Promover acções de formação para todos os nossos colaboradores nas áreas da nossa envolvência;
- Promover o bem-estar, a saúde e a segurança no trabalho.

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Uma Empresa Premiada e Certificada

Aliada a uma aposta no desenvolvimento tecnológico e constante inovação, a Conserveira do Sul também apostou na obtenção de vários certificados que lhe permitiram credibilizar cada vez mais os seus produtos, tornando-os mais apetecíveis a novos mercados.  O Certificado Halal é um exemplo disso, possibilitando que cada vez mais pessoas possam conhecer e apreciar os seus produtos. 

 

A Conserveira do Sul tem trilhado o seu “caminho” com esforço, dedicação, profissionalismo e motivação, e esse esforço tem dado frutos. Ao longo dos anos a empresa, os seus produtos e métodos de fabrico têm sido premiados, distinguidos e certificados em diversas ocasiões.

 

Em 1996 a Câmara Municipal de Olhão condecorou a empresa com a Medalha Dedicação Grau Ouro, pelos contributos económicos e sociais dados ao Conselho e pela preservação desta “arte” tão tradicional no nosso país.

 

Outra grande distinção chegou em 2003 quando lhe foi atribuído o Prémio de Agricultura e Pescas, na categoria de empresa do ano do sector das pescas.

 

Desde 2011, a Conserveira do Sul é também eleita como PME Líder e em 2014 e 2015 é distinguida com o prémio PME Excelência.

 

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1. Peixe, a matéria-prima


As conservas e patés da Conserveira do Sul são fabricados, com peixe fresco capturado diariamente na costa Portuguesa. 

Minuciosamente seleccionado na altura da compra, o peixe é avaliado quanto à sua frescura, procuram-se peixes intactos, com olhos e pele brilhantes, de carne firme ao toque, com guelras bem vermelhas e com cheiro a maresia.  

Após a aquisição do pescado na lota procede-se ao seu transporte em condições apropriadas, em unicubos estanques com gelo, para a nossa fábrica situada nas imediações do porto de pesca de Olhão.

Ao entrar na unidade fabril, o peixe é acondicionado em caixas plásticas perfuradas, sendodepois armazenado numa 

câmara de conservação de frescos, a uma temperatura de 0-2°C, estando assimassegurada a qualidade e a preservação da frescura da matéria--prima.

Posteriormente o peixe segue para a sala de enlatamento onde se procede ao descabeçamento, evisceração, lavagem e enlatamento.

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4. Cozedura


Uma vez já enlatado, o peixe passa por um mecanismo automático de jatos de água a fim de ser novamente lavado sendo de seguida introduzido no cozedor.

O cozimento tem como função principal parar a actividade microbiana ou enzimática e sobretudo expulsar toda a água extra-celular que, caso contrário, viria a aparecer no molho do produto final.

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7. Embalamento


Após a esterilização, as latas de conserva e de patés passarão por uma máquina de lavar e secar, de forma a ficarem devidamente limpas de qualquer tipo de sujidade e/ou gordura sendo conduzidas para o armazém de produto acabado.

O período de quarentena é fundamental, pois a conserva necessita de algum tempo para que o peixe e restantes ingredientes desenvolvam o aroma e se atinga a plenitude do seu sabor. Este período é também fundamental para se verificar se houve ou não alteração na embalagem que sugira alguma actividade microbiana.

Logo a seguir, as latas são encartonadas numa máquina automática, sendo armazenadas conforme o lote de fabricação marcado na lata.

2. Preparação, Corte e Enlatamento


Produção típica de uma conserva de sardinha, cavala e carapau

No início da linha de processamento o peixe é mergulhado num tanque de salmoura (solução de água e sal) onde é lavado. O pescado é retirado para a mesa de trabalho, pelas operadoras de conservas de pescado, onde, numa primeira fase, são removidas manualmente a cabeça, as vísceras e a cauda. Depois o peixe é colocado dentro de um pequeno tanque com salmoura durante um período adequado à dimensão do peixe.

O processo de salmouração (imersão do peixe em salmoura) tem como objectivo principal conferir o sabor desejável ao produto final, além de outros efeitos benéficos tais como uma melhor preservação do pescado, maior firmeza da carne e melhor aderência da pele.

De seguida passa para a fase de enlatamento/enchimento.

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5. Adição de Molhos e Fecho das embalagens


Procede-se à adição dos diversos molhos de cobertura (azeite, óleo de girassol, tomate, limão, escabeche, mostarda, entre outros) imediatamente antes da entrada das latas nas máquinas de fecho (cravadeiras), de modo a realçar todo o sabor e valor nutritivo do peixe. São hermeticamente fechadas e marcadas com a identificação do fabrico (número de lote, número de controlo veterinário e sigla da designação do produto).

A cravação (fecho das embalagens ) é uma operação muito importante visto que dela depende a estanquicidadedas latas e consequentemente a estabilidade das conservas.

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8. Chegada ao consumidor


Depois de embalados e armazenados, os patés e conservas seguem para várias lojas em todo o  país e um pouco por todo o mundo. Actualmente os produtos da Conserveira do Sul podem ser encontrados em superfícies comerciais, lojas gourmet e lojas da especialidade.

Fora de Portugal os produtos podem ser encontrados em países como: Alemanha, Angola, Austrália, Bélgica, Brasil, China, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Luxemburgo, Macau, Polónia, Timor e EUA.

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3. Enchimento / Enlatamento


Nesta fase o peixe é cuidadosamente arrumado nas latas, numa camada ou duas, alternado a posição da “zona da cabeça e cauda” de forma a ficar bem acondicionado. Um processo feito manualmente de forma tradicional e que permite preservar ao máximo a qualidade do produto final.  

Após o enlatamento, a operária coloca as latas cheias sobre um tabuleiro em cima da mesa de trabalho, onde controladoras responsáveis pelo fabrico fazem o controlo de qualidade do enlatamento passando de seguida à fase de cozedura.

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6.Esterilização


As latas são, de seguida, lavadas para eliminar possíveis vestígios de gordura e posteriormente colocadas nos autoclaves (esterilizadores). Durante a esterilização as latas são submetidas a temperaturas e pressões elevadas, durante um período prolongado, seguindo-se um arrefecimento rápido.

A esterilização é um tratamento térmico que destrói todos microorganismos patogénicos termoresistentes ou não (incluindo os esporos do Clostridium botulinum), que podem provocar a deterioração do produto em condições normais, não refrigeradas, durante o armazenamento, transporte e distribuição.

 

Produção típica das conservas de atum, cavala e sardinha em filetes.

Todas as etapas são idênticas excepto a cozedura que é feita previamente ao enlatamento. O peixe é retirado do cesto de cozedura e despelado manualmente, aparado e aberto em duas faces laterais, que se separam formando filetes, que são depois de limpos das espinhas enlatados numa ou duas camadas.

 

No caso do atum que é adquirido no estado congelado e armazenado na câmara de conservação de congelados a uma temperatura de -18°C, procede-se primeiramente à sua descongelação na câmara de refrigeração a uma temperatura de 0-5°C.

 

Produção típica dos patés de atum, cavala, sardinha e camarão

Após a evisceração e descabeçamento, o peixe é  "sangrado" com água corrente e imerso numa solução de leve salmoura para cozer. Depois de cozido e arrefecido, o pescado é transportado para a câmara de conservação de cozidos.

O peixe é retirado da câmara de conservação, triturado num moinho e colocado dentro de misturadoras onde lhe são adicionados os restantes ingredientes procedendo à sua transformação em pasta.

De seguida a pasta é colocada nas máquinas de enchimento onde se procede ao doseamento do produto e selagem das embalagens.

Até completarem a quantidade necessária para se proceder à esterilização do produto, as embalagens de paté são colocadas num armário frigorífico onde são mantidas num ambiente frio e controlado, de modo a manter o produto estabilizado. A esterilização das embalagens é efectuada em autoclaves.

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